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Em memória a Kardec (Amália Domingo y Soler)

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Amália Domingos Y Soler  (1835-1909) Com profunda gratidão minh'alma ferida, Bendiz-te Kardec e a tua memória, Com doce entonação e voz sentida, Quero cantar a tua história: Quero expressar que te devo a vida.  Os Lázaros a dormir virando ateus Em profundo sono que entedia: A ignorância lançava sobre eles seus troféus; Sentiam n'alma o triste frio Do perder no nada os desejos seus! Como novo Pigmalião sobre o mármore sólido À consciência gélida deste o alento; Ao ontem, ao presente e ao dia vindouro, Concedeste ação e movimento, E o homem viu então o seu futuro. Quem é maior que tu? Não o advinho; O que para ti são os gladiadores, Posto que lutar e vencer foi teu destino. Verdugos jamais! Conquistadores! Que com sangue afrontaram o teu caminho! Tu com amor e nobre inteligência Concedeste ao simples mortal o telescópio; E ele então contemplou a Providência. E, depois, inventaste o microscópio, Com que enxergou o homem sua consciência....