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Crenças Céticas XIII: 'O Porvir e o Nada'.

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Wellington Menezes de Oliveira, o assassino do Realengo, explica porque cometeria o seu crime. Todos somos livres na escolha das nossas crenças; podemos crer em alguma coisa ou em nada crer, mas aqueles que procuram fazer prevalecer no espírito das massas, da juventude principalmente, a negação do futuro, apoiando-se na autoridade do seu saber e no ascendente da sua posição, semeiam na sociedade germens de perturbação e dissolução, incorrendo em grande responsabilidade. (A. Kardec em 'O Céu e o Inferno') Nossa época apresenta-se como o apogeu da cultura científica e da pobreza filosófica, fruto de doutrinas negativas e niilistas adotadas de forma conveniente após a separação entre o Estado e a Religião estabelecida, que se provou ser remédio mais fulminante do que a própria doença. Por isso, alguns indivíduos, portadores de deficiências ainda mais profundas na compreensão que deve existir entre seres que se reconhecem iguais, tornam-se casos alarmantes a demonstrar...