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Crenças céticas XXV: comentários à argumentação cética de um grande estudo em NDE.

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A página Science Alert (1) postou um texto sobre um importante trabalho médico (realizado como escopo do projeto AWARE) sob a direção do Dr. Sam Parnia (2). Outro texto sobre esse trabalho de Parnia pode ser lido no blog "The Telegraph" (3) e aqui . O "The Telegraph" se abriu para opiniões de leitores. Essas opiniões se apresentam mais como um amontoado de reações inconformadas com o trabalho de Parnia et al. Elas vão desde argumentos "ad hominen" (ou seja, que colocam em dúvida a credibilidade científica de Parnia) até argumentos "bíblicos". A partir da publicação do artigo, os comentário claramente se dividem entre três grupos: Os que aceitam o trabalho e que acreditam na vida após a morte por diversas razões; Os que não aceitam o trabalho e o negam de diversas formas que pretendem ser "científicas" (materialistas, ateus e agnósticos); Os que não aceitam o trabalho porque ele contraria a bíblia. Raros comentários de...

O pensamento de Herculano Pires (por R. R. Espelho)

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R ecebi de Isabel Vitusso (do grupo Correio Fraterno ) um exemplar do livro "O Pensamento de Herculano Pires" (1), recentemente publicado na esteira das comemorações do centenário desse pensador espírita.  O livro traz uma coletânea de trechos escritos por Herculano Pires  (1914-1979) sobre diversos assuntos reunidos em ordem alfabética. Percorrendo as citações podemos ler a opinião de Herculano a respeito de uma variedade de assuntos doutrinários ou que guardam com o Espiritismo alguma relação. Interessante também é saber que Herculano Pires tornou-se espírita, ou seja, convenceu-se da excelência doutrinária do Espiritismo, após ler " O Livro dos Espíritos " de A. Kardec, tal como aconteceu com outros grandes pensadores espíritas.  Em particular, chamou-me a atenção a opinião dele sobre a atuação do espírita no meio político (ver item " político espírita " na pág. 84): No exercício de funções jornalísticas, vimos diversos espíritas de no...

Cinco principais "evidências" para existência de vida após a morte.

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Q uando observado desde sua perspectiva teórica, o Espiritismo fornece um panorama admirável, que demonstra os diferentes graus de manifestação da consciências (Espírito). Esses  graus surgem de formas diversas, frequentemente considerados separados do ponto de vista fenomenológico, mas que mostram a operação de um mesmo e único princípio. Esse princípio é independente da matéria, mas está em parcial interação com ela. Entretanto, os que não conhecem os princípios espíritas e que estão distantes de considerações filosóficas muitas vezes recebem notícias e reportagens sobre uma variedade grande de "fenômenos anômalos". Esse é o caso de uma grande comunidade de interessados nas teses da sobrevivência (1), em diversos países. O livro " Pare de se preocupar! Provavelmente há vida após a morte " (2) de G. Taylor é um exemplo que resume esse estado de coisa. O título define o grau de envolvimento do autor com a tese: o uso do advérbio 'provavelmente' (em...

O singificado maior das crises

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Centro de gerenciamento de crises: Não estou certo de que "todo mundo morre" é um bom plano emergencial. Não há crer, no entanto, que todo sofrimento suportado neste  mundo denote a existência de uma determinada falta.  Muitas vezes são simples provas buscadas pelo Espírito  para concluir a sua depuração e apressar o seu progresso.  Assim, a expiação serve sempre de prova, mas  nem sempre a prova é uma expiação.(...)  ( A. Kardec, ESE, Cap. 5,  "Bem aventurados os aflitos", Parágrafo 9.  Fonte: www.ipeak.com.br ) U ma crise sempre revela uma consequência de algo que não foi feito direito antes ou de ação tomada no passado erroneamente. Sofremos a consequência do passado que vive em nós porque somos seu produto. Sabemos pelos Espíritos que nossas ações hoje têm dois objetivos: o de resolver problemas e atuar sobre acontecimentos presentes, resultando em ganhos ou prejuízos morais e financeiros imediatos, assim como atuar ...

Algumas considerações sobre a mediunidade e seu uso.

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S abe-se que mediunidade é uma faculdade inerente ao ser humano, que permite a ele entrar em comunicação com os Espíritos (1). Ela é uma capacidade neutra - isto é, não está ligada ao "bem" ou ao  "mal" ou, de outra forma, não depende do bom ou mal uso que dela se faz. Além disso ela não está disponível equitativamente entre todas as pessoas. Variações no organismo faz com que essa capacidade seja exuberante em alguns enquanto que quase imperceptível na maioria. No passado, médiuns foram tomados em alta conta, assim como perseguidos. É possível identificar traços de personalidades mediúnicas em várias partes da história humana. Por exemplo, no Antigo Testamento, profetas eram consultados e eram chamados também de videntes (ver, por exemplo, Isaías 30:10, I Samuel,  9:18 e 19). Na antiga Hélade, pitonisas eram buscadas para resolver todo tipo de questão ligada à vida particular ou pública dos antigos gregos. O dogmatismo religioso, porém, em várias épocas t...

A naturalização do 'Poltergeist' (por Andreas Sommer)

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A pedidos, apresentamos abaixo uma tradução do texto de Andreas Sommer ("The Naturalization of 'poltergeist') do seu blog " Forbidden Histories " (1). Este é um relato que mostra o interesse continuado no tema ao longo do tempo por muitos cientistas. Em parte, o processo de "naturalização" da explicação (segundo Sommer, seria o afastamento das explicações de caráter "teológico") contribuiu para perda de interesse no assunto que chegou a atrair a atenção de luminares do mundo científico. Texto original:  http://forbiddenhistories.wordpress.com/2013/09/23/the-naturalisation-of-the-poltergeist/ U m exemplo de continuidade histórica do interesse científico por questões não ortodoxas diz respeito aos fenômenos de "poltergeist", o paradigma do tipo de coisa que acontece "na calada da noite".  Provavelmente, foi Martinho Lutero (uma vítima de poltergeist confessa) no Século XVI na Alemanha quem cunhou o nome "P...

A revolução das experiências de quase morte

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C ontinuando na divulgação de trabalhos e fontes de informação fora do Brasil sobre temas marcadamente espíritas, os relatos de NDE (Near Death Experiences) ou "experiências de quase morte" têm promovido uma verdadeira revolução em direção ao ressurgimento da crença na vida após a morte fora do contexto das religiões tradicionais. Do ponto de vista espírita, uma NDE é um evento de "desdobramento", algo previsto pela estrutura dual do ser humano. E, os relatos que se dizem "mais reais do que a própria realidade" (1) podem ser explicados como oriundos da sensibilidade do Espírito desdobrado, que possui faculdades mais dilatadas do que em vigília. Um lugar na rede repleto de descrições de NDE é o site: http://www.near-death.com/  que tem como título " Near death experiences and the afterlife ". Em particular, os "arquivos" ( http://www.near-death.com/forum.html ) contêm testemunhos de pessoas que passaram por essas experiências...