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Resenha de livro sobre Anna Prado em revista de antropologia inglesa.

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A revista Paranthropology , (Vol. 3, n. 4, p. 49-51) publicou (em 18/10/2012) uma resenha nossa sobre o livro de Samuel Magalhães: "Anna Prado: a mulher que falava com os mortos". Para conseguir uma cópia digital da revista, os seguintes endereções estão disponíveis: via Scribd: http://www.scribd.com/doc/ 110398292/Paranthropology-Vol- 3-No-4   via ISSUU: http://issuu.com/ paranthropology/docs/paranth_ vol_3_no_4   via Box: https://www.box.com/s/ t38nnrdew0s7tvf48hu8   via Paranthropology: http://paranthropologyjournal. weebly.com/free-pdf.html Este review que escrevemos é uma espécie de resumo comentado sobre o livro. Há grande interesse em certos círculos internacionais pelo reavivamento de estudo de fenômenos de efeitos físicos, e a publicação de um novo livro sobre Anna Prado é um documento importante não só para o resgate dessa personalidade histórica do Espiritismo como também para motivação de novos estudos. A revista 'Paranthropology' é...

O prisma de James: uma metáfora para entender a fonte verdadeira da consciência humana.

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"Como disse, a consequência fatal não é coerciva, a conclusão do materialista se deve exclusivamente a sua maneira unilateral de compreender a palavra 'função'. E, sem se importar com  a questão da imortalidade, temos a obrigação, como meros críticos investigando cuidadosamente as dúvidas da humanidade, de insistir em considerar como ilógica essa negação baseada na ignorância total de uma alternativa palpável. Tanto mais ainda devemos insistir, como amantes da verdade, quando tal negação é de importância vital para a humanidade!" (William James, ref. 1) William James (1842-1910) foi um dos pais fundadores da psicologia norte americana. Em uma palestra  entitulada “ Lecture on Human Immortality ” (2), James chama a atenção para uma particularidade interessante entre os tipos de função e sua relação com objetos ou dispositivos que as geram. Ele explora essa particularidade na compreensão da gênese da consciência humana. Em particular, W. James nota que fisiol...

Palestra do Dr. Raymond Moody sobre Experiências de quase-morte compartilhadas. (Set, 2011)

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O Dr. Raymond Moody é conhecido expoente e divulgador de ocorrências de NDE ( near death experiences ), tendo editado vários livros muito conhecidos sobre o assunto (1). Nesta palestra, proferida durante uma conferência em Durham em Setembro de 2011 e que foi disponibilizada pelo IANDS , ele nos fala sobre experiências compartilhadas.A duração do vídeo é de aproximadamente 14 minutos. Essas são experiências pelas quais passam pessoas próximas a pacientes de NDE ou a pessoas em processo de falecimento. Essas 'testemunhas e NDE' registram diversas ocorrências com características semelhantes aos pacientes de NDE. Visões de luzes, músicas, modificações na percepção da geometria da sala e até compartilhamento de lembranças estão entre os fenômenos (2), além da observação, por tais testemunhas, de uma réplica transparente da pessoa falecida nos momentos que antecedem a morte. A explicação 'naturalista' para as NDE é de que elas seriam causadas por privaç...

Em memória a Kardec (Amália Domingo y Soler)

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Amália Domingos Y Soler  (1835-1909) Com profunda gratidão minh'alma ferida, Bendiz-te Kardec e a tua memória, Com doce entonação e voz sentida, Quero cantar a tua história: Quero expressar que te devo a vida.  Os Lázaros a dormir virando ateus Em profundo sono que entedia: A ignorância lançava sobre eles seus troféus; Sentiam n'alma o triste frio Do perder no nada os desejos seus! Como novo Pigmalião sobre o mármore sólido À consciência gélida deste o alento; Ao ontem, ao presente e ao dia vindouro, Concedeste ação e movimento, E o homem viu então o seu futuro. Quem é maior que tu? Não o advinho; O que para ti são os gladiadores, Posto que lutar e vencer foi teu destino. Verdugos jamais! Conquistadores! Que com sangue afrontaram o teu caminho! Tu com amor e nobre inteligência Concedeste ao simples mortal o telescópio; E ele então contemplou a Providência. E, depois, inventaste o microscópio, Com que enxergou o homem sua consciência....

Algumas considerações sobre o passe.

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O passe é prática muito popular na maioria das casas e centros espíritas. Práticas semelhantes ao do passe também são ou foram comuns em outras religiões e filosofias espiritualistas (1).  São abundantes também descrições encontradas nos evangelhos de que essa prática também era comum no cristianismo primitivo (1). Tanto que esse costume evangélico cristalizou-se na forma de rituais de proferimento de 'bênçãos' e 'imposição de mãos' que se tornaram comuns entre diversas igrejas no movimento cristão posterior.  À medida que o conhecimento da Humanidade se esclarece, porém, ocorre um processo de liberação de antigos hábitos e rituais. Antigamente a prática médica era indistinguível da magia e do preparo de poções. Da mesma forma, o passe não deve ser visto como um ritual em si , mas como um recurso terapêutico sobre o qual ainda muito é necessário pesquisar. Essa pesquisa se faz necessária tanto para dizer a extensão da atuação da prática como também o que...

Reflexões sobre o contexto de experiências de quase-morte: artigo de Michael Nahm (2011) - 1/2.

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"Nesses momentos ele vive da vida espiritual, enquanto que o corpo vive apenas da vida vegetativa; acha-se, em parte, no estado em que se achará após a morte: percorre o espaço, confabula com os amigos e outros Espíritos, livres ou encarnados como ele." (A. Kardec, 'A Gênese', Cap. 14, II - Explicação de alguns fenômenos considerados sobrenaturais, visão espiritual ou psíquica, dupla vista, sonambulismo, sonhos, parágrafo 23). Em um artigo recente e muito interessante, Michael Nahm (2011), " Reflections on the Context of Near-Death Experiences",  apresenta uma introdução ao fenômeno de experiências de quase morte (em inglês NDE, near death experiences) como visto pela perspectivas de fenômenos correlacionados a NDE e que ocorrem um pouco antes, durante ou depois dele. Tais ocorrências constituem o que Nahm chama de 'contexto' das NDEs. Ele chama a atenção para o fato de que muitos pesquisadores que buscam explicações 'naturalistas' ...

Estatística das cartas psicografadas

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C omo vimos em vários posts anteriores, os fenômenos psíquicos sempre se apresentaram como processos de comunicação por excelência . Nesse sentido, um médium funciona como um instrumento de comunicação, embora limitado, ou um meio (dai o nome 'médium') que pode afetar o conteúdo de uma mensagem. Críticos ou descrentes na mediunidade vêem um médium de efeitos inteligentes como alguém que inventa deliberadamente informação a partir de si mesmo ou com ajuda de sinais exteriores, sinais que pessoas comuns não conseguem ver. Crentes nos 'poderes Psi' acham que bons médiuns são mentes privilegiadas, capazes de extrair informação do nada ou da mente de pessoas a sua volta (1).  O problema é que, para muitos críticos desses fenômenos - e mesmo aqueles que os aceitam plenamente - comunicar-se é um processo simples de transferência de informação de um ponto a outro no espaço. Essa visão da comunicação permite supostamente 'explicar' como o médium adquire essa in...