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Mostrando postagens de setembro, 2014

Cinco principais "evidências" para existência de vida após a morte.

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Q uando observado desde sua perspectiva teórica, o Espiritismo fornece um panorama admirável, que demonstra os diferentes graus de manifestação da consciências (Espírito). Esses  graus surgem de formas diversas, frequentemente considerados separados do ponto de vista fenomenológico, mas que mostram a operação de um mesmo e único princípio. Esse princípio é independente da matéria, mas está em parcial interação com ela. Entretanto, os que não conhecem os princípios espíritas e que estão distantes de considerações filosóficas muitas vezes recebem notícias e reportagens sobre uma variedade grande de "fenômenos anômalos". Esse é o caso de uma grande comunidade de interessados nas teses da sobrevivência (1), em diversos países. O livro " Pare de se preocupar! Provavelmente há vida após a morte " (2) de G. Taylor é um exemplo que resume esse estado de coisa. O título define o grau de envolvimento do autor com a tese: o uso do advérbio 'provavelmente' (em...

O singificado maior das crises

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Centro de gerenciamento de crises: Não estou certo de que "todo mundo morre" é um bom plano emergencial. Não há crer, no entanto, que todo sofrimento suportado neste  mundo denote a existência de uma determinada falta.  Muitas vezes são simples provas buscadas pelo Espírito  para concluir a sua depuração e apressar o seu progresso.  Assim, a expiação serve sempre de prova, mas  nem sempre a prova é uma expiação.(...)  ( A. Kardec, ESE, Cap. 5,  "Bem aventurados os aflitos", Parágrafo 9.  Fonte: www.ipeak.com.br ) U ma crise sempre revela uma consequência de algo que não foi feito direito antes ou de ação tomada no passado erroneamente. Sofremos a consequência do passado que vive em nós porque somos seu produto. Sabemos pelos Espíritos que nossas ações hoje têm dois objetivos: o de resolver problemas e atuar sobre acontecimentos presentes, resultando em ganhos ou prejuízos morais e financeiros imediatos, assim como atuar ...

Algumas considerações sobre a mediunidade e seu uso.

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S abe-se que mediunidade é uma faculdade inerente ao ser humano, que permite a ele entrar em comunicação com os Espíritos (1). Ela é uma capacidade neutra - isto é, não está ligada ao "bem" ou ao  "mal" ou, de outra forma, não depende do bom ou mal uso que dela se faz. Além disso ela não está disponível equitativamente entre todas as pessoas. Variações no organismo faz com que essa capacidade seja exuberante em alguns enquanto que quase imperceptível na maioria. No passado, médiuns foram tomados em alta conta, assim como perseguidos. É possível identificar traços de personalidades mediúnicas em várias partes da história humana. Por exemplo, no Antigo Testamento, profetas eram consultados e eram chamados também de videntes (ver, por exemplo, Isaías 30:10, I Samuel,  9:18 e 19). Na antiga Hélade, pitonisas eram buscadas para resolver todo tipo de questão ligada à vida particular ou pública dos antigos gregos. O dogmatismo religioso, porém, em várias épocas t...